War at Theraklia (Guerra em Theraklia)

Este é meu mais novo e longo projeto… então tenham paciência, pois não vou atualizá-lo a toda hora por causa de 10 linhas… as atualizações serão feitas por páginas e espero pensar em algum modo de dividi-las aqui para facilitar a vida de quem for acompanhar…

War at Theraklia

Um garoto (Duen) vê seu pai (Leo) ser levado, aparentemente, à força pelas tropas do Rei de Kopnos sob a fraca luz da lua que brilha no céu estrelado. Ao vê-lo, seu pai pede aos guardas para deiá-lo conversar com o filho e, sob olhar triste, promete retornar. O garoto dorme em meio às lágrimas e ao ódio.

No dia seguinte, acorda sobressaltado e sai para perguntar do pai para todos na aldeia onde mora (SuKon) mas ninguém se mostra interessado, pois é conhecido como mentiroso e causador de problemas. Quando pergunta ao barman (no pub), um sujetio lhe chama em um canto sombrio e lhe diz que o pai dele foi levado dali como prisioneiro em direção à Kopnand -capital da província- onde seria interrogado e torturado por algo que, provavelmente, não fez. O homem se apresenta como Galin, rebelde anarquista e headhunter.

Agora eles podem sair da cidade, seguindo o caminho por dentro da floresta tropical (sem nome ainda)ao norte, virando em direção oeste ao encontrar o rio. Logo chegam a Kopnan, maior cidade do continente e local do castelo do Rei Harold Hobbes.

Chegando na cidade, Duen descobre que há uma grande movimentação por causa da chegada de muitos militares de todas as regiões do mundo ao castelo. Há muitas fofocas a este respeito, todos os estabelecimentos estão fechados pelosguardas do castelo que dizem que tudo está reservado aos visitantes. Há apenasa entrada secreta do Pub (tudo acontece em Pubs.. hehehe), que Galin conhece e mostra a Duen. Depois de xingar os militares por estragarem os negócios (já que eles sempre querem beber e comer de graça), o barman diz que a passagem é ‘secreta’ porque é para ser usada APENAS por rebeldes -referindo-se a Duen- mas Galin tranquiliza-o dizendo que o garoto está ali para resgatar o pai prisioneiro no castelo. O barman interroga Duen para saber quem é seu pai, mas aparentemente não o conhece da resistência e que, provavelmente, foi pego por outro delito.

Galin pergunta se a velha passagem pelos esgotos ainda está ativa e o barman diz que sim, porém há novos e grandes perigos escondidos a cada dia; principalmente depois do último resgate. Duen é “forçado” a aceitar ir às prisões do palácio para resgatar seu pai, uma vez que as entradas e saídas da cidade estão bloqueadas.

Após um curto (neste momento) ‘Dungeon’ pelos esgotos, os dois entram por uma passagem nas prisões e encontram o primeiro Boss – o Carrasco (the Executioner?). Após derrotá-lo, eles fazem uma busca mas não encontram Leo entre os prisioneiros. Decidem verificar as salas de tortura e encontram um corpo com o rosto desfigurado e, assummindo tratar-se de seu pai, o garoto põe-se a chorar, o que chama a atenção de 2 soldados que passavam. Duen está tomado por ódio e, por isso, ataca em modo ‘Rage’. Após a batalha, eles roubam os uniformes e os vestem, a fim de investigarem o castelo atrás de respostas. Duen pretende assassinar o rei assim que o encontrar. Na batalha, o Rei possui HP alto, mas defesa e ataque baixos, porém, possui muitos guardas para protegê-lo (inclusive usando-os como escudo). Assim que a batalha termina, Duen se aproxima do rei caído e enfia-lhe sua espada na nuca, abandonando sua arma ali. Muitas outras tropas aparecem, acompanhados da Rainha Zeal, que ordena a prisão dos dois para interrogatório e decapitação. Ela deixa ‘escapar’ algo sobre modificar os planos do rei morto e que, agora,  unificação será feita da maneira dela.

De volta às masmorras, eles vêem muitos soldades estrangeiros sendo trazidos como prisioneiros e descobrem se tratar de um grupo de generais e diplomatas que se reuniriam apara tentar um acordo de unificação dos continentes pacificamente, mas foram surpreendidos pela morte do rei e, aparentemente, a rainha preferia as conquistas à força.

Enquanto tentam escapar, surge o barman e alguns rebeldes para encontrá-los e todos escapam juntos, levando os generais com eles. De volta ao Pub local, descobrem que as tropas já estão à procura deles e resolvem fugir com a comitiva do Gen. Gaspar para Pusatland que, segundo as discussões, provavelmente será o primeiro alvo da Rainha Zeal, já que há uma ponte entre os dois continentes e, com a frota naval daquele continente, poderiam dominar facilmente os mares. Chegando lá, encontram os soldados de Kopnos incendiando as casas, que poderão apagar as chamas antes de entrarem na fortificação e salvar o regente. Quando encontram o regente, ele está deitado inconsciente no chão, enquanto um general de Kopnos tenta-lhe tirar a coroa. Duen ordena que pare e inicia-se uma batalha. Após o duelo, Duen descobre que o general é, na verdade, seu pai Leo. Ele diz ao filho que é general do exército há muito tempo e que estava aposentado, até que o Rei ordenou sua reincorporação para ajudar-lhe na unificação.

Aqui, Duen pode escolher entre contar ao pai sobre a morte do Rei ou não. Esta escolha mudará o curso da história havendo, como o jogador poderá comprovar nas próximas horas de jogo, até 7 maneiras de reestruturar a ordem mundial.

 

Caminho 1

Neste caminho, a história gira em torno de Leo.

Contar que o Rei morreu – Unir-se a Leo – A favor da Rainha.

Dominar o Mundo / Revoltar-se / Unir Resistência / Matar a Rainha

 

Ao ouvir seu pai, Duen conta a verdade sobre a morte do Rei, o que faz Leo surtar. Duen se arrepende do que fez (afinal não havia quem vingar) e resolve prosseguir os planos de unificação do Rei – pacifista ou não, era esta a vontade de Vossa Majestade. Em nome da amizade e ajuda dada, deixam Gaspar partir. Ele e seu pai prometem a Gaspar que nenhum sangue será derramado em vão na guerra.

O próximo passo, então, é unir forças com outro general de Kopnos, Rask – amigo de Leo. Entre eles, Rask e Leo usam muitas gírias antigas, o que irrita muito Duen. Vão ao porto da cidade e afundam todos os barcos e navios dali, exceto uma pequena, mas veloz embarcação, na qual entram em direção à Pentol Palu – continente mais setentrional e lar dos melhores carpinteiros do mundo. No caminho, são abordados por vários navios piratas que tentarão saqueá-los e faze-los reféns – BATALHAS.

Ao chegarem em Pentol Palu, Rask continua enjoado da viagem e sugere um descanso até o amanhecer para, então, dominarem a capital, Irowood. Nesta noite, enquanto Rask dorme, Duen e Leo conversam sobre o passado e, principalmente, como poderão unificar aquele continente sem batalhas, como prometido à Gaspar. Leo diz que tem um plano que encaminhará os objetivos pela diplomacia. Durante o sono, eles são roubados e perdem parte dos equipamentos. No dia seguinte, vão para Irowood e descobrem uma cidade bonita, apesar de parecer sem regras. Eles vão à procura do prefeito, para dar seguimento ao jogo e entram na maior edificação local. Ali, não encontram ninguém e começam a vasculhar o local; descobrem não se tratar da prefeitura ou castelo, mas sim da residência de uma família que (depois saberão) vive –e muito bem- de pequenos roubos. A cidade está sob o controle desta família, por eles possuírem a relíquia máxima do continente – o escudo de gelo de Palu (Palu ice shield) – e é contada a eles a história de quem possuir tal artefato terá poder sobre todo continente. Eles voltam àquela casa e procuram pelo escudo – em vão. Enxergam uma criança usando uma passagem secreta e a seguem. Ali encontram toda a família reunida para, aparentemente, um jantar e, atrás dele, um grande escudo azul descansa na parede. Leo tenta a diplomacia –em vão- e pode-se escolher entre insistir na diplomacia ou lutar (4xdiplomacia convence a todos). Caso seja feito sem batalhas, o pai Rohkafeast irá join, caso contrário, a filha Linda irá join e, em caso de derrota na batalha, o avô Hillowbee irá join (e mesmo assim o continente será unificado). Ali, pegam os melhores carpinteiros para levarem à Pusat e construírem um navio capaz de cruzar todos os mares (o primeiro e único com tal poderio). A construção, em Pusat, variará de acordo com o número de carpinteiros que chegarem à Pusat. Ali, Duen incomoda tanto os carpinteiros que eles sugerem que os 3 vão à Berliam, ilha ao norte do continente, para comprarem equipamentos, ferramentas e muita madeira. O planejamento do navio levará de 30 min a 1 hora após a partida deles e a construção de 1 a20 horas, dependendo da disponibilidade de madeira e número de trabalhadores. Em Berliam, ouvem algumas histórias do mundo antigo, sobre os poderes supremos e sobre o nono elemento, que faz parte das cantigas infantis. Ali, ainda, podem encontrar alguns bons materiais para Forja, apesar de não poderem ainda, fazer equipamentos por conta própria.

Durante o tempo de espera, podem optar por algumas side quests, bem como retornar à Kopnos e reportar o andamento da guerra. A Rainha se enfurece ao saber que Gaspar foi deixado vivo, mas Niar acalma-a. Duen é apresentado ao Príncipe Niar e ambos encontram coicidências em suas breves e diferentes vidas. Em uma conversa privada, Leo e a Rainha resolvem que, caso queira, Niar poderá partir com eles para as batalhas (sob a tutela de Leo) e este é mais um Join para o grupo, que só poderá ter 4 pessoas, então deverá escolher quem fica.

De volta ao muno, eles conversam sobre os próximos passos para a unificação. Ambos acham melhor começarem pelos lugares menos desenvolvidos e, por isso, seu próximo destino será a longínqua capital Spekou, ao norte de Pilog Bue.

Podem, ainda, retornar à Palu para levarem mais trabalhadores à Pusat para acelerarem a produção. Na vila Begônia, ao sul do deserto de Knolbi, ouvem os rumores sobre o envenenamento do Lago Begaquos e podem, ou não, investigar.

Quando decidirem voltar à história, os carpinteiros dirão a eles que o Sea Luend (navio construído) ainda peca em segurança e, portanto, é melhor eles não utilizarem-no até que tudo seja pensado e feito. Então eles decidem pegar um navio em rota comercial de Berlian para Malaki.

Atracados em Malaki, Leo confessa que não sabe absolutamente nada sobre aquele continente, seus moradores, regentes ou os monstros que o habitam. Duen diz que já está acostumado a explorar a esmo e que, não raras vezes, acaba encontrando o que busca praticamente tropeçando. Vendo a indecisão do grupo, Niar ou o joiner de Palu, aponta para onde ficam o lago, os grandes morros, a escura floresta e, por fim, a capital – Bakimaky. Decisão tomada, partem em direção à cidade.

Dali três passos, Duen tropeça em uma ‘cabeça’ (?). Trata-se de um viajante maltrapilho que descansava para, em seguida, seguir viagem para Bakimaky. O player decide se ele poderá se juntar ao grupo. Caso se junte, ele os guiará por um caminho mais longo, porém mais seguro até a capital. Ele pedirá comida constantemente e seus atributos aumentarão a cada alimento que Duen lhe der. Se, até a chegada à cidade, Duen não negar-lhe nenhuma vez, ele se revelará um cavaleiro de renome dali e se juntará permanentemente ao grupo; levando-os diretamente ao Rei. Caso contrário, chamará Duen de egoísta e irá para uma casa, que ficará trancada. O grupo seguirá até o castelo onde encontrarão Oshean montando guarda. Ali, Oshean os enfrentará e, posteriormente, os levará ao Rei.

Se Oshean não se juntar ao grupo (no episódio do tropeço de Duen), o grupo fará seu caminho livremente até Bakimaky e, ao chegarem lá, Oshean estará os esperando na porta do castelo, onde os enfrentará. Após a batalha, ele os levará ao Rei, um velho amigo do Rei Harold Hobbes. Leo recorda-se de tê-lo visto inúmeras vezes em Kopnos, mas nunca pensara se tratar de um nobre, por conta das roupas velhas que sempre vestia. Os dois conversam; Leo conta (ou não) sobre a morte de Harold.

De qualquer modo, o Rei (Krinst) se enfurecerá e atacará o grupo. Ele terá uma defesa e HP altos, porém seus ataques serão pouco eficientes. Soldados tentarão ajuda-los, mas ele dispensará todos. Caso Oshean esteja no grupo,ele dirá a Duen que não poderá lutar contra seu próprio rei e, sendo assim, Duen lutará com um a menos nesta batalha.

Após a batalha, o Rei Krinst chama Oshean para falar-lhe que acompanhe Duen e seus companheiros pelo restante da campanha de unificação. Ele abençoa sua jornada e diz para Duen considerar sua tarefa feita naquele continente. Na saída do castelo, o grupo é hostilizado por alguns moradores que são contrários à unificação e outros que pensam que eles mataram o Rei. Oshean tranqüiliza a população e todos vão para suas casas. Apesar disso, todos ainda desconfiam e trancam suas portas; o que inclui o Inn, as lojas e mesmo o Pub. Sem mais o que fazer ali, eles vão em direção ao porto e de volta à Berlian.

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One response

21 10 2009
Anna

Bem… eu não li o roteiro. Não entendo nada de jogos e tenho dificuldades sérias com nomes diferentes de maria, joão, pedro, paulo e similares. Mas eu gostei da idéia.
E acho legal ter alguma coisa pra esperar pq eu fiz o bolo do aniversário do post. Eu gosto de mundos estranhos, e vc sabe bem q eu só atraio maluco, mas qd vc lançar o game, eu vou jogar pq se vc q fez, deve tá mt bom.
=*

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